Se foi de arrepiar não ver a selecção do país que inventou o futebol no Euro 2008, a Inglaterra, imaginem ver o Mundial de 2010 sem Argentina ou Portugal, é mesmo de partir o coração a um amante do desporto rei.
Imaginem existir um mundo onde não existam Cristiano Ronaldo, Deco, Simão, Pepe, Nani, Messi, Aguero, Tevez, Di Maria, Aimar e todos os grandes jogadores destas duas selecções… Já imaginaram? É um mundo sem magia não é? Um mundo sem cores a não ser o cinzento, uma cor triste e melancólica. É isto que irá ser o Mundial 2010? Só espero que não.
Não ver as acelerações e mudanças de ritmo alucinates de Ronaldo ou as fintas estonteantes de Messi é de vir as lágrimas aos olhos, não ter a opurtunidade de observar os passes mágicos de Deco ou a combatividade do raçudo Tevez é inconsolável.
Quando o presidente da Fifa vêm dizer que isto não é preocupante dá-me vontade de rir. Um Mundial sem os melhores da actualidade? Nada de mais para este senhor, naturalissimo. Que raiva!
Deixo aqui o meu humilde desejo que tanto Queirós como Maradona não fujam à luta e que continuem a motivar os seus jogadores para que estes lutem pelo menos pelo lugar que lhes é devido no Mundial. Força!
A vida prega partidas, por vezes tão boas, por vezes tão tristes, a mim pregou-me uma das grandes… Trocou-me as voltas todas, deixou-me um bocado perdido no meio desta imensidão que é o Mundo. Senti-me perdido, senti-me desorientando, deixei de sentir o chão debaixo dos pés, senti-me a levitar sem destino, sem rumo. Eu olhava à volta e procurava apoio, procurava abrigo, um ombro amigo, uma mão que me não me deixasse cair… Dei tanta importância aos amigos, eles são tão grandes, tão indispensáveis, cada um à sua maneira me tentou trazer para cima com todas as forças que têm, um obrigado a eles. Junto a toda esta enorme força que me deram, sempre existiu algo que me fazia sorrir, me fazia ter vontade… O futebol.
Por mais voltas que a vida dê, por mais situações agradáveis, terríveis ou assim assim, o Desporto Rei irá lá estar sempre para mim, é a minha paixão, a grande paixão e é com um orgulho e brio enorme que o afirmo que o é. Todos aqueles golos únicos, aqueles remates brutais, aquelas defesas impossíveis, os estádios a abarrotar, a rebentar pelas costuras, os berros que lá no meio querem dizer “gooooooloooooo”, isso e tudo mais que está envolvido no futebol me dá uma força extra, um sorriso maravilhoso cheio de vida.
Afinal, aprendi que se há algo que nunca me deixará ficar mal, chateado ou aborrecido é o futebol, mesmo com as derrotas, os empates, isso passa logo a seguir, agora a essência de sentir o friozinho na barriga, o coração a bater a mil à hora, isso mais nada nem ninguém me dá!!
É por isso que decidi (e cada vez estou mais certo dessa escolha) que vou viver à volta desta paixão gigante, à volta deste sonho que todos os dias é alimentado e que jamais se esgotará.
Não sou crente nem vou a nenhum templo orar, a minha religião é apenas o futebol, nomeadamente a minha fé no Benfica. No entanto, não posso deixar de fazer esta comparação entre Jorge Jesus e Jesus Cristo.
Penso eu que por todo o lado onde se encontre a grande onda de euforia que existe à volta do clube da Luz esta opinião é comum a todos: “Jorge Jesus é o grande responsável pelo momento em que se vive na Luz.”
Estabelecendo comparações, obviamente metafóricas, podemos então considerar JJ um Messias, que veio para nos salvar a todos (benfiquistas) e punir os infiéis( os não benfiquistas)? Talvez, digo eu, no entanto é preciso não esquecer que os imprevistos acontecem e temos que estar preparados para eles.
Jorge Jesus, penso eu, não contava perder três jogadores fundamentais no jogo contra o Paços de Ferreira, porém, a sua resposta foi clara, Paços de Ferreira 1 – 3 Sport Lisboa e Benfica. Boa resposta como se pode verificar. Mais uns pontos para acrescentar à minha fé em Jesus.
Acho eu que para além do excelente trabalho táctico-técnico que JJ promove durante a semana nos treinos e cujo resultado se vê nos jogos, este treinador tem algo a mais. É capaz de motivar os jogadores de outra forma, não sei o que faz e não sei como o faz, no entanto é visível a olhos nus que algo faz. Chamemos-lhe então o Efeito Jesus, onde é que ele se faz notar?
Aimar, Di Maria, Fábio Coentrão, Carlos Martins são apenas os casos mais notáveis, no entanto pode-se constatar que cada jogador que entra em campo é sempre mais um, nunca menos um, um jogador que deixa tudo em campo. É no meu entender o factor crucial desta equipa, motivação. É este efeito que faz com que os imprevistos sejam ultrapassados com maior ou menor facilidade. Se este efeito durará até ao final do campeonato? Espero que sim.
É por isso que digo que fé em Jesus, só no do Benfica, pois se este Jesus não nos ajudar mais nenhum o fará!
Lembro-me a primeira vez em que me dei conta de que era do Benfica, via um jogo entre duas equipas, uma vermelha e outra verde, e lembro-me de gritar quando vi um guarda-redes chamado Michel Preud’Homme fazer uma defesa do outro mundo e lembro-me de gritar golo quando um jogador da equipa vermelha deu um pontapé na bola e a colocou dentro da baliza. Estava feito, tinha-me tornado oficialmente adepto do Benfica. Não precisei que me dissessem para ser do Benfica, posso dizer que sou do Benfica porque assim o quis.
Lembro-me do meu avô, também do Benfica e infelizmente hoje falecido, descrever-me a história do Benfica com um olhar brilhante nos olhos. Ele esbracejava, ele pontapeava bolas, ele elevava Eusébio à condição de Deus e eu aos poucos e poucos ia-me embrenhando mais na mística daquele clube, daquele grande e glorioso clube.
Fui crescendo e para mal de mim e de todos os benfiquistas a minha equipa não ganhava nada, partia-me o coração e quebrava-me o meu orgulho. Onde estava aquela equipa que o meu avô me havia falado, aquele dos 3 a 2 ao Barcelona e dos 5 a 3 ao Real Madrid, aquele que esteve presente em mais finais europeias do que qualquer outro clube português? Onde estava esse Benfica? A minha alma chorava e reclamava por mais, queria um Benfica campeão.
Em 2004/2005, numa época estranhíssima em que em cada jornada um grande perdia pontos e onde os três grandes à entrada para a última jornada podiam todos ser campeões foi o Benfica que reclamou esse título para si. Eu gritava, a minha mãe saltava o meu pai abria o champanhe e todo Portugal parou, parou!
Um enorme monstro havia acordado depois de um sono tão pesado, Portugal não queria saber mais da cor verde nem do azul nem do amarelo que existe na bandeira nacional, o encarnado era a cor do momento, aquele encarnado vermelhão cobriu Portugal de norte a sul, da Madeira aos Açores, de Paris a Toronto, praticamente todo o mundo celebrava a conquista do Benfica.
Foi nesse momento que a minha alma se reacendeu, o meu orgulho incandesceu e o meu coração voltou a viver. A águia tinha voltado incandescente do Inferno de onde havia estado tanto tempo por entre ladrões e corruptos e tinha voltado com uma força nunca vista.
Estádios cheios, números de sócios a aumentar, receitas a subir, nomes sonantes a querer o Benfica, clubes ingleses e não só a cair aos nossos pés, comentadores eufóricos e o mais importante de tudo as condições necessárias para que o Benfica voltasse a ser um dos clubes mais poderosos de Portugal e do mundo.
Era por isto que esperava e é por isto que espero a cada jogo que vejo. Não sou hipócrita, não gosto de ver um bom jogo de futebol, gosto de ver o meu clube a ganhar jogando bem e assim como eu mais uns milhões de adeptos!
O vídeo que verão aqui em baixo mostra o que é o Benfica para alguém e como é importante na vida de um benfiquista. Vejam este vídeo e revejam-se nele, pois eu ao vê-lo revi-me a mim, ao meu avô, ao meu pai, à minha mãe e a todos aqueles seis milhões que são do Benfica e que querem a Glória Eterna para o seu clube.
Quando chegou, pouca ou nenhuma gente dava algo por ele. Custou 7 milhões de euros, nunca tinha vingado na equipa do Real Madrid, andava a rodar por Osasunas, … Eu próprio duvidei e critiquei a sua contratação porque, afinal, estamos a falar da segunda contratação mais cara para esta época.
Dois meses volvidos arrependo-me de todas essas afirmações que proferi aquando da sua chegada. Javi García revelou-se um extraordinário jogador e um dos mais importantes no esquema de Jorge Jesus. Dá tudo em campo até ao último segundo e aos 90 minutos corre como se fosse o primeiro minuto de jogo. Até cansa só de ver (já para não falar do Ramires).
É ele o suporte de todo o processo de jogo do Benfica. É ele que “aguenta o barco” com as investidas atacantes de Di María, Aimar e companhia. Equilibra a equipa e sabe sempre onde se posicionar e onde a bola vai estar. Antes desta lá chegar, já lá está ele pronto a cortá-la e entregá-la de forma simples a um companheiro.Para além disto, gosta de “fazer o gosto ao pé” (ou à cabeça), tendo já marcado 2 golos. Ninguem dá por ele mas está sempre lá.
É um jogador completíssimo, qual Yebda (e neste caso faço ‘mea culpa’), qual Katsouranis. É, para mim, a melhor contratação desta época.
Como benfiquista que sou, é natural que o momento crítico do Sporting Clube de Portugal me dê uma certa alegria. Bastante, até. O Sporting atravessa um momento bastante negativo nesta época, mas parece-me que este momento é díficil de explicar e atirar as culpas para uma só pessoa (como querem fazer com Paulo Bento) revela-se um acto de pura cobardia.
Confesso que tenho uma certa simpatia para com Paulo Bento, pelo que até me “custa” ver os sportinguistas carregarem o treinador com todas as culpas. O ambiente em Alvalade está de ‘cortar à faca’ e apesar das tentativas dos responsáveis leoninos em passar uma imagem positiva cá para fora, é óbvio que algo não vai bem no clube. E a vitimização justificando o fracasso com o baixço orçamento não justifica tudo…
Será do Bettencourt? Será do Paulo Bento? Será dos jogadores? Será da massa adepta? Nenhum deles sozinho mas sim todos juntos. A conjunção de todos estes factores está a tornar a situação insustentável.
O presidente José Eduardo Bettencourt parece estar mais preocupado em lançar farpas ao rival Benfica (quererá ele afastar as atenções do seu clube?) do que propriamente em solucionar a crise do seu clube.
O treinador Paulo Bento é o maior visado das críticas. A insistência no losango já previsível e monótono, a aposta em jogadores como Djaló, as críticas desmedidas à arbitragem… Na minha opinião não foi possibilitado ao Paulo Bento ter um plantel à altura do nome do Sporting e capaz de responder às quatro competições em que o clube está envolvido. E como sem ovos não se fazem omoletes…
Os adeptos, esses, vão-se desligando cada vez mais da equipa. As assistências em Alvalade têm sido medonhas: a média desta época nos jogos da Liga ronda uns míseros 20 mil espectadores. Mau demais para ser verdade para um clube que luta para ser campeão nacional. Eu bem sei que o rapaz do megafone é irritante, mas…
Conseguirá Paulo Bento manter-se à frente da equipa?
Esta não é a nossa verdade, esta não é a nossa cultura, este não é o nosso desejo. O Sporting Clube de Portugal na sua plenitude não é isto, não é empatar em casa com o Belenenses, é ganhar sem dificuldades a qualquer clube que não seja Benfica ou Porto, não é perder com o Sp. de Braga seja em que circunstâncias for.
Queremos festejar, queremos sorrir ao som dos golos do leão. Hoje todos os Sportinguistas choram com a tristeza que é o nosso futebol, com a falta de qualidade que a nossa equipa apresenta a cada jogo que passa. Não há dinheiro? Nós temos sócios, nós temos alguma para não dizer bastante projecção na Europa, em África, a marca Sporting há-de render alguma coisa com certeza… Mas não, é mais fácil dizer que simplesmente não há dinheiro no inicio de cada época e mais fácil é ainda vir dizer no final da mesma que o orçamento era mais apertado, mais baixo do que o dos outros.
Perdoem-me a indecência, mas o Sp. de Braga com certeza tem um orçamento menor que o nosso e em sete jogos tem outras tantas vitórias, contando já com duas sobre Porto e Sporting (esta em Alvalade), portanto aqui não se trata duma questão de dinheiro, não se trata duma questão de valor, trata-se sim duma questão de querer ganhar, de ter vontade de chegar sempre à vitória. Eu mesmo já fui um grande adepto de Paulo Bento (e hoje continuo a reconhecer-lhe imensas qualidades), mas devido a uma junção de variadas circunstâncias, a sua contribuição para o nosso clube deixou de ser positiva, o futebol que ele tenta que a equipa pratique já não se define suficiente para os objectivos… Os processos estão gastos, são previsíveis, os jogadores não colocam magia no jogo, são sistemáticos.
Um dia alguém disse “nothing lasts forever”, e talvez tenha chegado a altura da despedida de alguém que muito fez por nós mas que deixou que o seu ciclo se fechasse.
C. Ronaldo, Mister 94 milhões!
Digo eu que não há jogador que valha tanto dinheiro, mas se o mercado o permite então que se dê esse dinheiro todo por ele. Foi o que o Real Madrid fez e penso eu que não se arrepende por enquanto de o ter feito. Pellegrini encosta-o às faixas e CR9 joga, faz jogar, assiste e marca. Claro que precisa de uma equipa que o acompanhe e ele sozinho não faz milagres, no entanto tem promenores deliciosos e golos fantásticos que fazem com que nós por vezes pensemos que ele não precisa de mais ninguém, ele é o melhor do mundo!
É por isso que se exige tanto dele na selecção, o melhor do mundo tem que render mais do que rende actualmente, tem obrigação de pegar na bola e levà-la para dentro da baliza sozinho. Errado! C. Ronaldo é só mais um na selecção, se jogar bem óptimo, se não jogar bem, banco!
Acho que é isto que o senhor Queirós ainda não se deu conta. A selecção não é C. Ronaldo e mais dez. Não têm lógica nenhuma que Portugal jogue com Ronaldo a ponta de lança porque ele não é ponta de lança. É extremo! Se Queirós quiser jogar com Ronaldo que o encoste às faixas para que ele possa usufruir da sua velocidade e da sua técnica e fazer as diagonais que tão bem faz.
Agora podem dizer-me, mas a selecção joga em losango e é a única posição onde C. Ronaldo encaixa. Eu contraponho da seguinte maneira. O losango da selecção nos últimos jogos foi Pepe, Raúl Meireles, Tiago e Deco. Três jogadores defensivos e um ofensivo. Isto para uma equipa que têm que ganhar. Não poderia Ronaldo encaixar num dos vértices laterais do losango de modo a tornar a equipa mais atacante?
E como se não bastasse adaptar C. Ronaldo, ainda se dá ao luxo de abdicar de um homem de área que assim que a bola venha a jeito ele a empurra lá para dentro. Joga com Simão e C. Ronaldo a pontas de lança! Obviamente que por muitas bolas que cheguem á área será sempre dificil para extremos, ainda que goleadores, conseguir fazer o papel de matadores. C. Ronaldo está em sub-aproveitamento a ser queimado, como se diz na giria.
Foi isto que acontceu contra a Dinamarca e foi isto que tem acontecido em todos os jogos da selecção. Ronaldo rende nos clubes por onde passa e rendeu na selecção num passado recente, mas não rende de momento na selecção. Porquê? O senhor Queirós que responda assim: “Eu adoro inventar e quero por força que Ronaldo seja ponta de lança!” E o Ronaldo não responde mas pensa assim: “Eu não sou ponta de lança, sou extremo.”
Ao fim de 5 anos à frente da equipa técnica do Sporting, Paulo Bento diz-se em plenas condições de levar o projecto (??) de Alvalade avante. Mas para nós, Sportinguistas de alma e coração, existe muita coisa por explicar acerca deste “projecto de Alvalade”, há demasiadas perguntas sem resposta, sem definição concreta no caminho que foi escolhido para levar o Sporting à tão desejada glória.
Afinal, quem está a cargo das transferências? Quem tem a missão de proteger a equipa, tornando-a coesa, unida, capaz de ultrapassar qualquer adversidade que se atravesse no seu caminho? Será Paulo Bento o homem escolhido em consenso com toda a estrutura do futebol do Sporting, para dar sempre e sempre o corpo às balas, desgastando assim a sua imagem, a sua credibilidade, deixando fugir a admiração que os adeptos de Alvalade manifestamente tinham por ele? Quem está a cargo de reforçar a equipa?
Perguntas e perguntas sem resposta à vista, o futebol do Sporting não é mais que um mar de indeterminações, que uma bandalheira. Visto isto, penso que se começa a tornar mais que evidente o facto dos jogadores cada vez menos respeitarem o treinador, as suas opções, estarem motivados com os seus métodos de treino, sentirem-se desapoiados quando perdem, quando jogam pior e mesmo assim ganham. Estou convicto que hoje o balneário do Sporting não será mais que um velho monumento a desmoronar-se com Paulo Bento a apanhar os cacos pelo chão e a tentar monta-lo de novo.
Será, a meu ver, essencial começar imediatamente, de forma muito concisa e discreta a montar uma nova estrutura, uma estrutura que dê ao Sporting uma possibilidade dum futuro a curto, médio prazo recheado de sucesso, de vitórias e sobretudo de muita organização, vontade e responsabilidade.
Diz a história que os gregos liderados por o poderoso Aquiles, o inteligente Ulisses e por o tirano Agamémnon derrotaram as hostes troianas e destruiram Tróia numa noite.
Pois bem, muitos troianos conseguiram fugir e segundo reza a lenda fundaram Roma que por sua vez colonizaram a Península Ibérica e por sua vez Portugal.
O sonho português de ser campeão europeu em 2004 foi desfeiro por uma cabeçada de um Cavalo de Troia chamado Charisteas e a mesma selecção num amigável contra Portugal pôs o genial Ulisses disfarçado de Karagounis a mostrar porque os gregos ganharam a Tróia.
Na época passada a equipa do Benfica foi jogar à Grécia e talvez devido aos genes aquilisticos a equipa do Olimpiakos proporcionou àquele que é um dos maiores clubes europeus uma derrota histórica (5-1).
Ontem (1-10-2009), durante o jogo entre o AEK de Atenas e o meu Benfica, assisti mais uma vez a um tirânico Majstorovic saltar mais que o gigantesco Luisão e assim abrir mais uma ferida no orgulho luso.
Se Tróia não conseguiu parar os gregos na guerra e nós não lhes conseguimos ganhar num jogo de futebol por mais que tentemos a semelhança é grande e os mais cépticos não poderão negar os genes troianos existentes no sangue português.